- Se ela gosta de estudar.
- Se já tirou nota baixa.
- Quando começou a escrever.
-Como surgiu a ideia do livro "A pulga Filonema".
Confira as fotos abaixo.
"Uma aventura à 20 mil léguas submarinas"
- Se ela gosta de estudar.
- Se já tirou nota baixa.
- Quando começou a escrever.
-Como surgiu a ideia do livro "A pulga Filonema".
Confira as fotos abaixo.

Por Érica Ferreira (membra do Clube de Leitura "Vírus Literário")
No Clube de Leitura "Vírus Literário" lemos os alguns contos do Câmara Cascudo, que são: A princesa de Bambuluá, O papagaio real, O couro de piolho, O compadre da Morte etc. Descobrimos que o Câmara ouviu essas históias de várias pessoas e públicou em vários livros.
Um dos contos que eu mais gostei foi "O compadre da morte".
"Diz que era um homem que tinha tantos filhos que não achava mais quem fosse seu compadre. Nascendo mais um filho, saiu em busca de quem poderia apadrinhar a criança, e então o homem deu de cara com a Morte. Ele propôs a Morte apadrinhar o seu filho, a Morte aceitou.
A Morte queria dar um presente para o seu afilhado e pensou que era melhor enriquecer o seu pai..."
Para saber o final dessa história venha na Biblioteca do CEU Azul da Cor do Mar e peça o livro "Contos tradicionais do Brasil" de Luiz Câmara Cascudo e aproveite e participe conosco de nosso Clube de Leitura são todas as quartas-feiras às 15h.
Quem foi Câmara Cascudo?
Por Maria de Jesus (Professora da Sala de Leitura e membra do Clube de Leitura Vírus Literário)
Câmara Cascudo foi um Folclorista brasileiro, nasceu no Rio Grande do Norte. Dedicou boa parte do seu tempo ouvindo histórias que o povo das redondezas contavam. Possui uma vasta obra literária na qual ressalta os costumes do homem do campo, o cenário de suas histórias é sempre a região do Nordeste, pois faz questão de valorizar a cultura do povo nordestino.

Para conhecer essa e outras lendas acesse: http://www.mrmalas.com/
Neste sábado (30 de Abril) receberemos visitas de pessoas muito especiais, são alunos do curso de biblioteconomia da Unifai, que virão até a nossa Biblioteca para passar um dia bem divertido conosco, com direito oficina de origami, brincadeiras, surpresas, presentes, hora do conto, e algumas palavrinhas mágicas que podem mudar o mundo.



Por Gabriela Alice Oliveira do Nascimento (usuária da biblioteca)
Este é um diário que gostei muito foi escrito em setembro de 1991 a outubro de 1993 e publicado no mundo inteiro.
Guerra Saravejo
RESUMO
Zlata é uma garota normal: estuda, tem amigos, assiste MTV, vive com os pais em Saravejo, escreve um diário, enfim é uma adolescente feliz.
De repente seu mundo vira de cabeça para baixo, por
causa da guerra, que chega a Saravejo, Zlata se vê só, sem amigos, pois todos fugiram clandestinamente.
E acaba tendo que viver no porão de sua casa (frio e escuro), Zlata registra em seu diário todos os sentimentos de insegurança raiva e medo que sente pelos “muleques’’ (assim chama os políticos que promovem a guerra), também registra sobre o que a guerra destruiu de seu ‘paraíso’, descreve as cartas que recebeu de seus amigos e etc.
A guerra acabou quase dois anos depois e o di
ário de Zlata foi publicado mundialmente ...
Livro: o diário de Zlata
Autor(a): Zlata Filipovic
Editora: Cia. das letras
Ano: 2007
Parte que me cativou...
De repente recorrendo à força de uma guerra que me enche de horror, estão tentando me tirar, me arrancar brutalmente da margem da paz, da felicidade de amizades maravilhosas, jogos, do amor e alegria. Sou como um nadador que não tem a menor vontade de mergulhar na água gelada mas é obrigado a fazê-lo. Estou desorientada, triste, infeliz, sinto medo e me pergunto para onde estão tentando me levar, me pergunto porque me roubaram a paz da linda margem da minha infância. Eu era feliz por ver o sol, por brincar, por cantar, enfim, sen
tia prazer vivendo minha infância. não desejava nada mais. Cada vez tenho menos forças para continuar nadando nestas águas gélidas. Levem-me de volta á margem da minha infância, onde eu estava aquecida, onde era feliz e estava contente, levem de volta para lá todas as crianças cuja infância foi destruída e que já não tem direito ao prazer de vivê-la. A única palavra que desejo dizer ao mundo inteiro é paz! (ZLATA, pág.151,152)
Casa de Zlata destruida
A bibliotecária Vanessa também selecionou lendas urbanas que estão deixando a criançada de cabelo em pé, ficou curioso? Corra para cá e confira!





Estão abertas as inscrições para as oficinas do Projeto Africanidades da Coordenadoria de Assuntos da População Negra (CONE), serão conforme cronograma abaixo:
- Literatura Afro - Quarta-feira (15/09) das 18h às 20h - Oficineiro: Edgar
- Comunicação Oral - quinta-feira (16/09) das 18h às 20h - Oficineira: Anne

No nosso último encontro do Clube da Leitura viajamos de volta para a nossa infância, a Flávia foi a nossa guia, através do livro “O Leão, a feiticeira e o guarda-roupa” podemos nos transportar para o mundo em que as crianças vivem e que são tão felizes ao lado personagens místicos que só encontramos quando estamos nessa fase.
“O Leão, a feiticeira e o Guarda-roupa” faz parte das “Crônicas de Nárnia”, uma coleção de sete livros que reúne várias histórias sobre o fantástico mundo de Nárnia, em que quatro crianças vivem aventuras e em muitas delas são salvas por Aslan, o grande leão.

“Eu acreditava em boneca assassina, tinha medo de uma boneca que minha mãe herdou da minha vó.” Vanessa
“Acreditava que Charlie Chaplin ainda era vivo e que um dia iria conhecê-lo.” Juliana


“Eu acreditava que o Peter Pan existia de verdade e que eu poderia ir morar na terra do nunca. Até deixava minha janela aberta para ele vir me buscar e colocar o pó mágico para eu poder voar.” Charlene